A temporada de 2026 está próxima de começar e a Ferroviária segue sua preparação para o ano. Com quatro reforços, manutenção de altetas importantes e quase 50% do elenco sendo formado por atletas formadas no clube, a Locomotiva espera um ano histórico. O técnico Leonardo Mendes afirmou não querer que as jogadoras da base sejam só um número, mas que elas tenham protagonismo no time principal.
Valorizar o trabalho do clube

Desde seu retorno ao clube, o trabalho com a base é um dos pilares do trabalho desenvolvido por Leonardo Mendes. Em 2025, nove atletas formadas na base da Ferroviária tiveram a oportunidade de estrear no profissional. Para esta temporada, metade do elenco vem do trabalho feito com as Guerreirinhas Grenás. De acordo com o treinador, este projeto casa com o que ele pensa de futebol.
“Por ter trabalhado boa parte da minha vida na base, quando foi me apresentado um projeto e foi muito falado da importância de olhar para a base e cada vez mais ter atletas da Ferroviária que foram formadas aqui, rapidamente me identifiquei. Logicamente pela minha história no futebol de Araraquara, mas pelo projeto que casa com minhas ideias. Então, era o mínimo que eu tinha que fazer. Realmente dar oportunidade para essas meninas. Hoje nós estamos com praticamente 50% do elenco e a gente espera cada vez mais aumentar esse número. Mas não só isso. O intuito é que a gente tenha atletas com protagonismo na equipe profissional. Sabemos que é um trabalho árduo, não é do dia para noite. Mas é reconhecer o trabalho que vem sendo desenvolvido nas categorias de base, com os profissionais, com tudo que o clube identifica para a formação dessas atletas. Ter essas jogadoras na equipe principal nos engrandece e a gente enxerga que esse vai ser o caminho da Ferroviária”, falou.
Juventude e experiência

Com a aproximação do início do Campeonato Brasileiro, a Ferroviária segue sua preparação com boas expectativas. Para completar o elenco, o clube trouxe quatro reforços pontuais e mescla juventude e experiência. Com isso, Mendes espera um ano histórico para a Locomotiva.
“É bem diferente. Temos essa mescla e cada vez mais a gente está tentando estreitar os laços, porque existe uma diferença de vivencias de profissional e base. As meninas que estão no profissional e tem mais bagagem, tem me ajudado muito neste processo de receptividade, de ajuda com essas atletas. As meninas tem um nível de profissionalismo muito grande e isso também facilita bastante as nossas rotinas. E estamos bem otimistas, para que seja um ano marcante para a história da Ferroviária, não só pela construção do CT, mas também para aquilo que nós vamos desempenhar dentro de campo”, finalizou.
