Um momento de descontração da Rainha do Futebol Feminino chamou atenção nas redes sociais de sua colega de elenco, Simone Jackson. Por lá, Marta “resolveu” o problema da falta de fones de ouvido de Simone, cantando o conhecido clássico da música popular brasileira “País Tropical”, de Jorge Ben Jor. Em uma performance animada, a craque brasileira canta, dança e ainda faz uma adaptação na letra que compõe o refrão da canção.
Não sabia o time da Rainha Marta? Agora sabe. Durante seu momento karaokê, a craque do Orlando Pride fez uma pequena, porém reveladora, adaptação no clássico da canção brasileira “País tropical”. Originalmente, a estrofe que compõe o refrão da música fala:
Moro num país tropical Abençoado por Deus E bonito por natureza (mas que beleza) Em fevereiro (fevereiro) Tem carnaval (tem carnaval) Eu tenho um Fusca e um violão Sou Flamengo, tenho uma nega chamada Tereza”
Capa do álbum de Jorge Ben Jor, autor de País Tropical, clássico da MPB. (Reprodução internet)
Na versão cantada por Marta, ela substitui o “Flamengo”, por “sou corintiana” e “uma nega”, por “uma mãe”, dessa forma, a sua versão final ficou assim:
Moro num país tropical Abençoado por Deus E bonito por natureza (mas que beleza) Em fevereiro (fevereiro) Tem carnaval (tem carnaval) Eu tenho um Fusca e um violão Sou corintiana, tenho uma mãe chamada Tereza”
Marta e Simone se divertem ao som da versão especial de País Tropical. (Reprodução @simonejackson)
Marta e sua relação com o Corinthians
A maior atleta brasileira de todos os tempos é torcedora declarada do Corinthians, mas nunca atuou pelo clube do coração. Em 2025, houve um grande movimento por parte do clube para viabilizar a contratação da Rainha, mas ela acabou renovando com o Orlando Pride por mais dois anos. Marta atua no time americano desde 2017, onde segue se destacando e sendo decisiva.
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Marta chegou a ser especulada no Corinthians, mas acabou renovando com o Orlando Pride por mais dois anos. (Reprodução/Instagram/@orlpride)
Naty Brasil é jornalista formada pela Unicarioca e apaixonada por futebol desde a infância — culpa da Copa de 94! Atua com jornalismo esportivo desde 2020, contando histórias que vão muito além das quatro linhas. É setorista do Flamengo no Campo Delas. Fora do campo e da redação, é mãe do Pedro e do Gabriel, seus maiores craques.