Na última semana, o amistoso entre as Sereias da Vila e o KC Current II também reuniu jogadoras do Teal Rising, projeto brasileiro ligado ao clube norte-americano. O Campo Delas, do iG, esteve presente na partida e conversou com o técnico da equipe norte-americana, Vasil Ristov, sobre a temporada do time e a importância da parceria do clube.
KC Current II
A franquia de Kansas City da NWSL, é um dos principais clubes do país, especialmente quando o assunto é investimento e expansão da modalidade. O time secundário, o KC Current II tem o objetivo de preparar novos talentos para o futebol profissional, dando às atletas a oportunidade de passar por um espaço de transição entre o futebol universitário e o profissional. Além disso, atualmente, a equipe secundária do KC conta com estádio e centro de treinamento próprios, em Riverside, Missouri.
Na última quarta-feira (7), o KC Current II enfrentou o Santos em um amistoso no Estádio Dr. Novelli Júnior, em Itu. Durante a partida, as equipes puderam avaliar o desempenho e o comportamento de seus elencos, visando à preparação para os próximos confrontos.
“Ao nos prepararmos para o amistoso, não deixamos passar nenhum detalhe. Estávamos empolgados e respeitamos o adversário, mas mal podíamos esperar para entrar em campo e competir contra eles. Sabíamos que eles seriam técnicos e que nos desafiariam taticamente. Precisávamos estar preparados para ambos os aspectos, e acabou sendo um jogo muito bom para nós. Como eu disse aos jogadores antes da partida: sairíamos de campo melhores do que quando entramos”, comentou Ristov.

Teal Rising
As jogadoras do Teal Rising puderam acompanhar a partida e, ao fim do jogo, conhecer as atletas do KC Current II. Junto às Sereias da Vila, as equipes conversaram e trocaram experiências dentro de campo.
O Teal Rising é um dos projetos de investimento do clube estadunidense. Desde fevereiro de 2026, a equipe, em parceria com a prefeitura de Itu, mantém dois times das categorias de base, Sub-15 e Sub-17, que disputam campeonatos regionais e estaduais, como o Paulistão F Sub-17.
“É absolutamente incrível. Você os vê dançando, se divertindo, felizes. Por isso, foi muito importante para nós vir até aqui, para que eles vissem o que é preciso para fazer parte disso e para aproximar ainda mais o time brasileiro das equipes sediadas em Kansas City”, completou o treinador.

