Com grande capacidade de atração de atletas e cada vez com clubes mais ricos, a WSL (Women’s Super League), ou Liga Inglesa Feminina, já era a liga mais competitiva da Europa. Entretanto, em busca de mais valorização e um campeonato cada vez melhor e mais bem disputado, equipes contratam grandes jogadoras e caminham para disputarem a competição mais equilibrada do mundo.
Grande janela de transferências
Com Arsenal e London City Lionesses no comando da janela de transferências tirando as principais jogadoras da Liga F, ou Liga Espanhola Feminina, como Ona Batlle, que saiu do Barcelona e foi para as Gunners, e Alexia Putellas, que também deixou o time catalão rumo à Londres, capital da Inglaterra, mas para o London City Lionesses.
Com dez reforços, os times da capital concretizaram as contratações de Selina Cerci, Ona Batlle, Lisa Baum, Georgia Stanway, Géraldine Reuteler, Alexia Putellas, Mapi León, Rosa Kafaji, Kadidiatou Diani e Mary Earps. Desta forma, elevaram o nível competitivo dos seus elencos e viraram nos principais concorrentes ao título.

Embora a dominância do Chelsea tenha terminado na última temporada, com o título do Manchester City, as equipes também buscaram se reforçar, mas com menos jogadoras do que os rivais. Enquanto o Chelsea tirou Katie McCabe do Arsenal, o principal reforço do City foi a renovação de contrato de Khadija “Bunny” Shaw, responsável pelos gols do time.
Grandes clubes lutam pelas competições internacionais
Como o London City Lionesses pretende chegar forte em relação ao título, clubes relevantes internacionalmente, como Manchester United e Tottenham, ligaram o sinal de alerta. Com temporada abaixo do esperado, o Manchester United viu o seu rival de cidade levantar a taça de campeão, enquanto ficou apenas na 4ª colocação.

Desta forma, não está na próxima edição da Champions Feminina. O mesmo vale para o Tottenham, que terminou na 4ª posição da tabela de classificação da WSL.
Por outro lado, mesmo que seja um grande clube da Inglaterra, o Liverpool está com a atenção voltada para a zona de rebaixamento da competição. Como ficaram na penúltima posição na última temporada, as Reds escaparam do rebaixamento por pouco e viram o Leicester descer para a segunda divisão, mas, como Birmingham, Charlton e Crystal Palace subiram e têm times melhores do que o Leicester, o Liverpool pode ter situação complicada nesta temporada.

