Consolidado como a principal liga do mundo, a WSL, ou Liga Inglesa Feminina, tomou o lugar da Liga F, ou Liga Espanhola Feminina, e é o campeonato mais competitivo do Velho Continente. Desta forma, além de ter mais times na briga pelo topo, a Liga Inglesa atrai as principais atletas do mundo.
Mais alto nível de competitividade
Apesar de passar pelo mesmo movimento da Liga F, onde tinha total domínio do Chelsea nos últimos anos, a WSL mudou seu pensamento, atraiu investimentos externos, como o caso da bilionária Michele Kang, e, com ascensão de Arsenal e Manchester City, além do London City Lionesses, que é um clube emergente, mas promete brigar na próxima temporada, a liga é a mais competitiva do mundo.
Embora ainda tenha o Chelsea entre os principais clubes, a WSL já teve o Manchester City com a taça da competição na última temporada. Além disso, mesmo que ainda não tenha ficado com o título da Liga Inglesa Feminina, o Arsenal foi campeão da Champions Feminina na penúltima temporada.
Por outro lado, como o nível da competição está em franca evolução, times históricos, como Liverpool e Leicester, sofrem para permanecer na elite do Futebol Feminino inglês. Na última temporada, por exemplo, enquanto as Reds ficaram na penúltima posição, o Leicester terminou rebaixado para a segunda divisão.

Reprodução/Instagram @mancitywomen
Mesmo que tenha ficado na última posição, o Leicester ainda passou pelo play-off de rebaixamento, mas perdeu e terminou com a despromoção.
Ao contrário, a Liga Espanhola Feminina não mostra uma aproximação entre as equipes. Com o Barcelona dominando o campeonato, o mais próximo é o Real Madrid, mas, como tem um projeto muito novo, ainda não floresceu.
Mesmo em crise financeira, o clube catalão permanece como o principal time da Liga F e mostrou isso para o Real Madrid na última temporada. Enquanto o Barça ganhou todas as taças, o Real não conseguiu entregar o mínimo de competição.
Mercado de transferências ativo
Com a melhora da WSL nos últimos anos e a evolução do London City, o mercado de transferências da liga está a todo vapor. Além da contratação de Mary Earps e Alexia Putellas no Lionesses, a liga também atrai jogadoras como Ona Batlle, e Mapi León, que estão próximas de Arsenal e London City, respectivamente.

Caso as contratações se concretizem, o nível da próxima edição da WSL será ainda maior e, além de equipes importantes estarem na briga pelo título, outros times históricos podem brigar contra a zona de rebaixamento.

