O América, do México, está fazendo história no Futebol Feminino. O clube mexicano foi indicado ao prêmio do Bola de Ouro. Criado pela revista France Football, a tradicional premiação do Futebol Mundial anunciou os concorrentes na manhã desta terça-feira (8). O anúncio do vencedores da edição 70 acontece em 26 de outubro de 2026.
A equipe conta com reforço das brasileiras Priscila, Isa Haas e Geyse Ferreira. Além da indicada ao prêmio de melhor jogadora do mundo também pelo Bola de Ouro, Scarlett Camberos. O clube tem três títulos do Campeonato Mexicano da primeira divisão.
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História dos outros indicados
O Futebol Feminino entrou na premiação apenas em 2018, mas os melhores clubes só começaram a concorrer em 2023. Desde então o Barcelona venceu duas vezes (2023 e 2024) e o Arsenal (2025) uma. Porém, as indicações ficavam apenas entre os clubes europeus e estadunidenses. Em 2023, além do vencedor concorriam o Chelsea (Inglaterra), Manchester City (Inglaterra), OL Lyonnes (França), Wolfsburg (Alemanha).
No ano seguinte, além do Barça, os concorrentes eram: Chelsea (Inglaterra), Gotham FC (EUA), OL Lyonnes (França) e Paris Saint-Germain (Franla). Em 2025, com o Arsenal vencedor, novamente entres os indicados estavam o Barcelona (Espanha), Chelsea (Inglaterra) e OL Lyonnes (França). A novidade naquela edição foi o Orlando Pride (EUA).
América pode derrubar o Barcelona?
Apesar da indicação, o caminho não vai ser fácil para o América. O clube mexicano está concorrendo ao lado do Barcelona (Espanha), OL Lyonnes (França), Bayern de Munich (Alemanha) e Manchester City (Inglaterra).
As espanholas são o time mais premiado entre os concorrentes na temporada 2025/2026. Com uma campanha perfeita, o clube catalão levantou os quatro principais troféus que disputaram: Champions League, Campeonato Espanhol, Copa da Rainha e Supercopa da Espanha.
Porém, o clube mexicano não ficou tão para trás no quesito conquistas. O América foi campeão da Liga Mexicana e também foram os vencedores da Supercopa.
Além disso, alcançou um feito inédito ao conquistar o primeiro título continental, depois de eliminar três equipes dos Estados Unidos, ao torna-se campeão da Copa dos Campeões da CONCACAF Feminina.
