A lesão que assombra o Futebol Feminino mundial fez mais uma vítima. Desta vez, foi a hora de Emilka Szymczak, zagueira do Barcelona de apenas 19 anos, sofrer lesão de LCA (Ligamento Cruzado Anterior). A jogadora confirmou o diagnóstico nas redes sociais, informou que passará por cirurgia e que voltará em breve.
Após a pausa para a primeira Data Fifa de 2026, Emilka Szymczak retornou ao Barcelona disponível para atuar na Liga F, ou primeira divisão da Liga Espanhola Feminina. Logo no primeiro jogo após a volta da jogadora, Szymczak se viu obrigada a sair de campo de maca, após dura jogada, que resultou no rompimento do Ligamento Cruzado Anterior.
A notícia assola ainda mais o mundo do Futebol Feminino, visto que essa será a segunda cirurgia em menos de três meses. Vale lembrar que a defensora passou por uma cirurgia no ombro no fim de 2025.

Reprodução/Instagram @szymczak.emilka
Trajetória de Emilka Szymczak no Futebol Feminino
Joia polonesa, Emilka Szymczak iniciou a sua carreira na temporada 2021/2022, onde atuou pelo Gornik Leczna, da Polônia. Logo as atuações da jogadora chamaram a atenção do Barcelona, que a contratou em 2023, após Emilka jogar pelo clube polonês durante dois anos.
Mesmo contratada pelo Barcelona, Szymczak passou a atuar pela equipe B do time catalão, mas logo demonstrou potencial. Dentre subidas para o time principal e descida à equipe de base, a jogadora chamou a atenção do Liverpool, que a contratou por empréstimo no fim de 2025, mas após a lesão no ombro, a jogadora pouco atuou pelo clube inglês.
Lesões de LCA no Futebol Feminino
A lesão que mais assombrou o mundo do Futebol Feminino em 2025 fez mais uma vítima em 2026. Mesmo com avanços na categoria pelo mundo, a lesão de Ligamento Cruzado Anterior cruzou os caminhos de grandes talentos como Leah Williamson, Lais Estevam, Agyemang e Alexia Putellas, que sofreram ou sofrem com a lesão.

Ligamento crucial do joelho, o Ligamento Cruzado Anterior promove a estabilização das articulações e liga o fêmur até a tíbia. Quando se rompe, resulta em falta de estabilidade, além de dor e inchaço. Com isso, a lesão impossibilita a prática de atividades físicas. Normalmente, é necessária a intervenção por meio de cirurgia, que geralmente afasta atletas de seis a nove meses, com a necessidade de acompanhamento médico e fisioterápico.


