A terceira edição da Copinha Feminina não terá novos integrantes, mas isso não significa que a competição virá apenas com velhos conhecidos. Quatro equipes chegam para disputar o torneio pela segunda vez e carregam a missão de transformar a experiência do ano passado em desempenho dentro de campo. São elas: Aliança-GO, Criciúma, Remo e União Desportiva Alagoana. Um quarteto que representa três regiões do país e ajuda a manter a diversidade que é um dos objetivos da Copinha desde sua criação.
Com clubes como Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Internacional, Santos e Flamengo presentes desde a primeira edição, a competição mantém um núcleo forte e já consolidado. Para os times que estão apenas no começo dessa trajetória, o desafio é justamente encurtar essa distância e provar que podem incomodar quem hoje lidera o cenário.
Querem mostrar talento
O Aliança chega embalado pelo crescimento do Futebol Feminino em Goiás e tenta transformar a boa organização nos bastidores em consistência dentro de campo. O Criciúma, por sua vez, tem uma base que começa a ganhar corpo e projeto a longo prazo. Já a UDA, referência no Nordeste, aposta no seu estilo combativo e na força do coletivo, marca registrada da equipe desde o início.
Entre os quatro, o Remo vive um momento especial no clube como um todo. Além do retorno à Copinha, o masculino conquistou o acesso para a Série A na última temporada, o que reacende, assim, o ambiente azulino e ajuda a fortalecer o projeto feminino. É um clube que costuma crescer quando a torcida está junto e a volta à elite nacional cria justamente esse clima.
Enquanto isso, na outra ponta da tabela de experiência, estão as equipes que disputaram todas as edições e formam a espinha dorsal do torneio. Corinthians, Flamengo, Palmeiras, São Paulo, Santos, Ferroviária, Internacional, Red Bull Bragantino, Fluminense, América MG, Botafogo, Grêmio, Vila Nova, Sport, Centro Olímpico e Minas Brasília já carregam três participações e entram com a expectativa de repetir ou superar o desempenho dos anos anteriores.
