A Copinha Feminina terminou com o Flamengo bicampeão do torneio. A competição, no entanto, além do vencedor, fez com que novos talentos entrassem no radar da Seleção Brasileira Sub-20. Isso porque, as partidas no mesmo local e os jogos todos televisionados, fizeram com que a técnica Camilla Orlando pudesse observar pessoalmente jogadoras da categoria.
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“Primeiro a gente fica muito feliz pelo desenvolvimento da modalidade, o desenvolvimento da Copinha, nessa terceira edição, com mais clubes. É um momento muito especial, pois eu consigo ver todas elas, consigo ver todos os clubes, consigo acompanhar de perto. Consegui ver três jogos no mesmo dia. Então, isso facilita muito essa aproximação e para que elas saibam que a gente está acompanhando o desenvolvimento”, disse a treinadora da Seleção Sub-20 nas redes sociais da Copinha.
“Eu posso falar que dessa Copinha, consegui observar muitas atletas que eu ainda não tinha conseguido observar com tanta clareza, por terem sido jogos televisionados, de outra forma, pessoalmente é muito melhor acompanhar. Então, foi muito especial poder acompanhar elas aqui”, completou.
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Maior Copinha da história
A terceira edição da Copinha Feminina, que terminou com o título do Flamengo, é considerada a maior da história do torneio pela organização.
Isso porque, 20 clubes estiveram presentes na competição deste ano, abrangendo cinco regiões do país.
Além disso, todos os jogos tiveram transmissão, o que fez com que as partidas alcançassem a maior quantidade de público possível.
