O dia 20 de maio de 2026 estará para sempre na memória de Ravenna. Afinal, é nesta data que a jovem atacante do Cruzeiro foi convocada duas vezes para a Seleção Brasileira Feminina. Ou seja, tanto para a principal, quanto para a sub-20.
Para a Seleção principal, a jogadora de 17 anos foi chamada pelo técnico Arthur Elias para participar de um período de treinamentos, visando a preparação para a Copa do Mundo Feminina de 2027. Os treinos vão ocorrer em Itu, no estado de São Paulo, entre os dias 15 e 20 de junho.
Além de Ravenna, outras quatro atletas do Cruzeiro também estão na lista para o período de preparação: Camila (goleira), Paloma (zagueira), Tainara,(zagueira) e Marília (atacante).

Seleção Sub-20
A técnica Camilla Orlando convocou, nesta quarta-feira (20), 24 jogadoras, entre elas Ravenna, para a Seleção Brasileira Feminina Sub-20 para os amistosos com Portugal, Finlândia e Coreia do Sul.
Os testes são preparatórios para a Copa do Mundo Sub-20, que será disputada em Setembro. O Brasil está no Grupo B, ao lado de Canadá, Inglaterra e Tanzânia.
A Seleção Brasileira da categoria se apresenta em território português no dia 31 de maio e seguirá concentrada até o dia 10 de junho, quando as atletas serão liberadas para seus respectivos clubes.

Trajetória de Ravenna
Revelada pelo Fortaleza, a baiana Ravenna chegou ao Cruzeiro em janeiro e tem apenas 10 jogos pelas Cabulosas. Sem dúvida, o mais marcante foi o clássico contra o Atlético Mineiro, pois ela foi a autora do gol da vitória sobre a equipe rival, no dia 14 de março.
Treinador das Cabulosas, Jonas Urias comemorou a convocação da talentosa atacante. Ademais, ele disse também que o futebol de Ravenna está evoluindo coletivamente, com o passar dos dias.
“Se a gente olhar quantas atletas, de idade Sub-20, no caso ela nasceu em 2008, conseguem jogar e ter impacto em um jogo da Série A 1 (do Campeonato Brasileiro Feminino), são pouquíssimas. Raríssimas. Então, acho que ela vem ganhando consistência. Vem, cada vez mais, entendendo que o jogo não é apenas o lance ofensivo. E sim o quanto melhor ela for melhor, longe da bola, mais oportunidades e sucesso ela vai ter na suas ações individuais. E consequentemente mais ela vai contribuir nas ações coletivas, né? Pois isso é competir em alto nível. Não só se destacar, mas fazer o time jogar melhor”, completou o comandante.
