A bola parada tem sido um dos principais focos da rotina de treinamentos do Corinthians sob o comando de Emily Lima. Segundo a goleira Nicole, o fundamento tem sido ponto de atenção da comissão técnica, que trabalha diariamente diferentes situações de jogo para preparar o elenco.
A camisa 12 revelou que a treinadora costuma dedicar bastante tempo ao treinamento de jogadas ensaiadas e brincou sobre a intensidade da técnica no trabalho com o fundamento.
“É até engraçado falar disso, porque o que a Emily mais treina com a gente é a bola parada. A gente pensa muito, ensaia muito, todos os dias tem bola parada. A gente até brinca com ela que ela é a doida da bola parada”, afirmou a arqueira.
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Para Nicole, o trabalho constante é fundamental porque cada esquema de bola parada possui características próprias, com pontos fortes e vulnerabilidades que precisam ser estudados pela equipe.
“Todo esquema de bola parada vai ter as suas fragilidades, pontos fortes e pontos fracos. É saber como lidar da melhor maneira com esses pontos fracos dos esquemas, das escolhas das bolas paradas”, explicou ela.
Importância da Fiel
Além do trabalho dentro de campo, Nicole também ressaltou o peso do apoio da torcida do Corinthians durante as partidas. Para a goleira, a presença da Fiel Torcida influencia diretamente na energia da equipe e aumenta a confiança das atletas.
“A gente sabe do quão importante é a torcida do Corinthians nos apoiando nas partidas. Quando o torcedor está lá, a gente se sente muito mais confortável”, explicou ela.
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Apesar de reconhecer a diferença que o apoio da torcida faz, a camisa 12 afirmou que o apoio não pode ser tratado como justificativa para os resultados da equipe.
“Não é desculpa, mas faz toda a diferença ter o torcedor. Só que não é uma desculpa para a gente também não ganhar os jogos ou não vencer do jeito que deveria vencer.“
Sem peso extra
A goleira também comentou sobre a sequência de partidas fora de casa e descartou que exista algum fator específico relacionado ao local dos jogos. Para Nicole, os clássicos naturalmente apresentam dificuldades independentemente do estádio.
“Acho que o lugar pouco diz sobre vencer ou não vencer. Não tem porque criar um bicho-papão por ser aqui, acho que não existe isso.”
“São jogos difíceis, clássicos que podem acontecer. A gente tem que retomar o caminho da vitória, só isso”, finalizou a goleira.
