Troféu da Copa das Campeãs da FIFA | Crédito: Divulgação/FIFA
A Copa das Campeãs da FIFA chegou em sua fase decisiva e promete fazer história na primeira edição do Futebol Feminino. Pela primeira vez, campeãs continentais se enfrentam em um torneio mundial organizado pela entidade máxima do futebol. A competição será disputada em Londres, na Inglaterra, e trouxe algumas das principais equipes do planeta.
As semifinais acontecem na quarta-feira, 28 de janeiro. O Arsenal, anfitriã, enfrenta o ASFAR, do Marrocos. No outro jogo, o Corinthians encara o Gotham, dos Estados Unidos. A grande final e a disputa pelo terceiro lugar serão no domingo, 1º de fevereiro.
Capitã do Arsenal, Kim Little se destaca por ser uma das jogadoras mais respeitadas do Futebol Feminino europeu. Aos 35 anos, a meio-campista é uma peça fundamental da equipe inglesa.
Kim Little, do Arsenal | Crédito: Divulgação/Arsenal
“Erguer mais um troféu com o Arsenal seria incrível. Enfrentar equipes de diferentes continentes não é algo que acontece com frequência”, disse ela em entrevista para a FIFA.
Najat Badri, do ASFAR
Najat Badri também se destaca, tudo isso porque é um dos grandes nomes da história do ASFAR. A meio-campista defende o clube marroquino desde 2013 e tem somado diversos títulos nacionais e continentais. Aos 37 anos, ela é vista como referência técnica e liderança do time.
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“Estamos liderando esta disputa muito a sério e queremos fazer história. Queremos conquistar algo especial, deixar nossa marca no torneio e garantir a melhor forma possível. O que alcançarmos deixará um legado capaz de inspirar as próximas gerações”, comentou Badri.
Najat Badri, do ASFAR | Crédito: Divulgação/FIFA
Tamires, do Corinthians
Tamires, do Corinthians | Crédito: Divulgação/FIFA
Capitã do Corinthians, Tamires chega à Copa dos Campeãs como uma das jogadoras mais experientes do elenco . Aos 38 anos, a lateral mantém tem vaga indispensável com o elenco paulista e quer entrar na história do Futebol Feminino mundial.
“Durante todos esses anos, o Corinthians sonhou com um torneio intercontinental e isso nos motivou todos os dias. Agora está finalmente acontecendo. Estamos muito felizes. Mais uma vez, o Corinthians terá a chance de mostrar o que é capaz. Já nos tornamos referência na América do Sul, agora queremos ser referência no mundo”, disse Tamires.
Tierna Davidson e Mandy Freeman, do Gotham
No Gotham, a liderança fica entre duas jogadoras. Tierna Davidson é a capitã da equipe, mas se recupera de uma lesão no joelho e pode não atuar no torneio. Mesmo assim, ela segue próxima do grupo e exerce papel importante fora de campo.
“Tenho me conseguiu reintegrar aos treinos com o grupo e estar mais próximo das meninas no dia a dia, o que tem sido uma vitória. Mesmo que eu não me destaque em campo durante este torneio, estou animada para ver como essa preparação evolui, tanto para mim quanto para a equipe. Estou empolgada para apoiar minhas companheiras e espero que consigamos conquistar duas vitórias na competição”, comentou a atual campeã da Liga de Futebol Feminino norte-americano (NWSL, na sigla em inglês).
Com a falta de Davidson, Mandy Freeman assume a braçadeira.
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“Esta competição é enorme. Estar no Gotham significa querer ser o melhor e buscar a excelência. E, para ser o melhor, é preciso enfrentar os melhores. Disputar este torneio nos permite testar nossa força contra grandes equipes de outros países. É exatamente onde queremos estar, competindo para conquistar mais um troféu. Esse é o padrão aqui no Gotham.”
Tierna Davidson e Mandy Freeman, do Gotham | Crédito: Divulgação/FIFA
Jornalista em formação pela FAM. Atua como redatora e setorista do Corinthians Feminino no Campo Delas, do portal iG. Apaixonada por esportes e pela escrita, busca trazer o dia a dia e histórias que vão além do placar.