O Atlético-MG estreia no Campeonato Brasileiro Feminino provavelmente no dia 15 de fevereiro, segundo a data base enviada pela CBF. Logo de cara, o Galo enfrenta uma potência, o Corinthians Feminino, atual campeão. Mas fica a pergunta: em qual estádio o duelo irá acontecer?
Provavelmente, o local da partida será a Arena Gregorão, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, como revelou com exclusividade a treinadora das Vingadoras, Fabi Guedes, em entrevista ao Campo Delas, do Portal iG.

“A torcida do Atlético é um patrimônio do clube e queremos que ela esteja cada vez mais próxima do Futebol Feminino. Para o Brasileirão, a tendência é que os jogos aconteçam no Gregorão, que oferece boas condições e identidade para a equipe”.
Segundo a assessoria de imprensa da Arena Gregorão, com o laudo técnico feito pelo Corpo de Bombeiros, a capacidade de público no estádio, para jogos profissionais é de 1.179 torcedores assentados.
Arena MRV

No entanto, a treinadora ressalta que o Atlético-MG Feminino planeja jogar também, eventualmente, na Arena MRV.
“Claro que jogar na Arena MRV é um desejo e um objetivo, especialmente em jogos pontuais e estratégicos. Isso depende de planejamento, calendário e logística, mas é algo que enxergamos como um passo natural no crescimento da modalidade”, disse Fabi.
Até o momento, o estádio do Galo, inaugurado em 2023, só foi usado em duas partidas das Vingadoras na história.
Ambas no ano passado, pela Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino.
Contra o Vitória-BA, no jogo de ida das quartas de final, o Galo venceu por 1 a o, diante de quase 3 mil torcedores. Assim, deu um passo importante para retornar à elite nacional.

Na semifinal, contra o Santos, já com o acesso garantido, mais um triunfo do time mineiro, pelo mesmo placar: 1 a 0. Ou seja, o Atlético possui 100% dentro de aproveitamento dentro da sua casa, a Arena MRV.

Alinhamento com a diretoria
Para Fabi Guedes, existe um alinhamento entre a comissão técnica e os dirigentes do Atlético. Todos os setores empenhados no desenvolvimento do projeto do Futebol Feminino.
“O alinhamento é muito bom. Existe diálogo constante com a diretoria, com o Ricardo Guedes (gerente de Futebol Feminino), com a SAF e com o Paulo Bracks, CSO (Chief Sports Officer). O Futebol Feminino é visto como um projeto estratégico dentro do clube, não apenas como cumprimento de calendário. O orçamento e os reforços estão dentro de uma realidade responsável, mas compatível com a grandeza do Atlético. Existe planejamento, metas claras e respaldo para o trabalho da comissão técnica”.
Além do Brasileirão, em 2026 as Vingadoras vão disputar outras duas competições: a Copa do Brasil e o Campeonato Mineiro. De acordo com Fabi, as duas competições fazem parte do planejamento de crescimento esportivo e institucional das Vingadoras.
“São competições muito importantes para o clube. A Copa do Brasil é um torneio eliminatório, que exige concentração máxima e capacidade de decisão. E o Atlético entra sempre com o objetivo de competir para avançar o máximo possível. No Campeonato Mineiro, temos a responsabilidade de brigar pelo título e fortalecer a identidade do Futebol Feminino do Galo no estado”.
