A UEFA confirmou que times pertencentes ao mesmo grupo de proprietários estão proibidos de competir simultaneamente na Champions Feminina. A medida visa evitar o controle excessivo por parte de grandes grupos de investidores, para promover justiça e o equilíbrio competitivo no esporte.
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A determinação estende ao Futebol Feminino as mesmas restrições à multipropiredade de clubes que já vigoram nas competições masculinas da entidade desde a década de 1990. A diretora da categoria feminina da UEFA Nadine Kessler assegurou que não existem planos para flexibilizar as regras para as mulheres, mesmo a modalidade estando em um estágio de evolução diferente do masculino.

A nova diretriz impactará diretamente grandes projetos do futebol europeu, como as equipes da investidora Michele Kang, que é dona de dois clubes (London City Lionesses e OL Lyon), assim como o grupo de investimentos Mercury13, que controla três equipes (Bristol City, Como FC e Levante Badalona).
A imprensa europeia apontou, porém, que a decisão dividiu a opinião dos torcedores. Alguns fãs celebraram a medida como um avanço para garantir a igualdade na competição, mas outros argumentaram que a regra é uma punição injusta para aqueles que estçai investindo financeiramente para fazer o Futebol Feminino crescer.
Até o momento, ainda não se sabe como a regra será aplicada na prática, uma vez que nenhum dos clubes de multipropridade afestados está classificado para a atual edição do torneio. COntundo, a restrição da UEFA promete agitar a dinâmica da competição em futuro muito próximo.

