Seis mulheres novamente integram a arbitragem da Copa do Mundo Masculina, assim como em 2022, no Catar, quando pela primeira vez as mulheres foram escolhidas para atuar no mundial masculino. Apesar da representatividade, o número representa apenas 3,53% do total dos profissionais.
No total, 170 oficiais estão na Copa do Mundo 2026. 164 homens e seis mulheres que vão atuar nos 104 jogos da competição mais importante do futebol, considerada a maior edição da história do Mundial. Apesar de não haver profissionais do Brasil entre as mulheres, o número de brasileiros é recorde, com 9 representantes masculinos.
O grupo é dividido entre 52 árbitros, 88 assistentes e 30 assistentes de vídeo (VAR). Entre as mulheres na arbitragem, estão duas árbitras principais, três assistentes e uma oficial de vídeo (VAR). Das 6 escolhidas, apenas uma está pela segunda vez na Copa do Mundo. As outras 5 são, portanto, estreantes.
A árbitra principal é Tori Penso, dos Estados Unidos, e a árbitra central é Katia Itzel García, do México. Já as assistentes são Kathryn Nesbitt e Broole Mayo, ambas estadunidenses, e Sandra Ramírez, também mexicana. A assistente do VAR é Tatiana Guzmán, da Nicarágua.
Trio composto por mulheres
Na Copa do Mundo de 2026, novamente um trio de arbitragem composto só por mulheres apitará um jogo na competição. A disputa entre a Tchéquia e África do Sul, nesta quinta-feira (18), terá as representantes dos Estados Unidos no comando do jogo. Tori Penso será a árbitra principal, ao lado das assistentes Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt.
Brasileira fez história
Apesar do Brasil não ter representantes entre as escolhidas para a arbitragem da edição atual, em 2022 um brasileira entrou para a história da Copa do Mundo. Na ocasião, a francesa Stéphanie Frappart apitou o confronto entre Costa Rica e Alemanha. As assistentes naquele jogo foram a brasileira Neuza Back e a mexicana Karen Díaz Medina. Foi o primeiro trio feminino da história da competição.
