O Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino Série A1 é a principal competição nacional da modalidade. Desde 2013, o torneio reúne os maiores clubes do país em um formato modernizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Com o passar dos anos, o campeonato foi se reestruturando até a edição deste ano, que conta com mais clubes.
1. Edições e novo formato para 2026
A edição de 2026 será a 14ª história do Brasileirão desde a sua reformulação. Pela primeira vez, a competição contará com 18 clubes na Série A1, o que demonstra a expansão do torneio no calendário esportivo.
Desde 2016, quando a elite passou a ser chamada de Série A1, o campeonato adota os pontos corridos na primeira fase. Posteriormente, os oito melhores avançam para o mata-mata, disputado em jogos de ida e volta a partir das quartas de final. Portanto, a regularidade e o preparo físico tornaram-se pilares para quem busca a taça.
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2. O domínio do Corinthians e a força da Ferroviária
O Corinthians é a equipe mais dominante na história recente, conquistando o título do Brasileirão Feminino Série A1 sete vezes até 2025. O Alvinegro estabeleceu uma hegemonia impressionante com troféus em 2018 e uma sequência épica entre 2020 e 2025.
Por outro lado, a Ferroviária também aparece como um destaque histórico fundamental. As Guerreiras Grenás venceram a competição em edições anteriores e foram as principais responsáveis por desafiar o domínio paulista no início da era moderna. Atualmente, ambos os clubes figuram como favoritos em qualquer análise técnica.
3. As rainhas do gol na Série A1
Desde 2013, o ranking de goleadoras conta com nomes que marcaram época no Futebol Feminino brasileiro. Abaixo, confira as dez maiores artilheiras da história:

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75 – Byanca Brasil
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66 – Laryh
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64 – Cristiane, Ketlen e Millene
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60 – Gabi Zanotti
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57 – Vic Albuquerque
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55 – Gabi Nunes
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52 – Amanda Gutierres e Giovanna Crivelari
Certamente, essas atletas se destacaram pela longevidade e consistência, mantendo o faro de gol mesmo trocando de clubes ao longo das temporadas.
4. Artilheiras por temporada: o fenômeno Amanda Gutierres
Ao observar as artilheiras ano a ano, percebemos nomes consagrados como Gabi Zanotti (2013) e Cristiane (2022). Entretanto, o desempenho recente de Amanda Gutierres é o que mais chama a atenção. A atacante do Palmeiras liderou a artilharia por três anos consecutivos:
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2023: 13 gols
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2024: 16 gols
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2025: 17 gols

Dessa forma, Amanda consolidou-se como a maior referência de finalização da última fase da competição.
5. Recordes de participações e a lendária Luciana
Em termos de resiliência, nove jogadoras disputaram todas as 13 edições do torneio até aqui. Entre elas estão nomes como Juliete, Maria Dias e Fernanda Palermo. Todavia, quem lidera o ranking de longevidade absoluta é a goleira Luciana, da Ferroviária. Com 187 jogos disputados, ela vai para sua 13ª participação aos 38 anos, provando que a experiência é um trunfo no Futebol Feminino.

6. Campanhas memoráveis e crescimento institucional
Além das campeãs, o torneio celebra campanhas históricas de superação. Em 2025, por exemplo, o Cruzeiro Feminino terminou como vice-campeão, mostrando um salto tático enorme.
Além disso, o Brasileirão Feminino A1 recebeu investimentos recordes da CBF para 2026. Atualmente, as cotas para os clubes são maiores e a logística foi ampliada. Esse movimento reflete o fortalecimento institucional do Futebol Feminino no Brasil, com foco total em visibilidade e competitividade.
Em síntese
O Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino é um palco de histórias lendárias. Há a hegemonia do Corinthians, os recordes de Byanca Brasil ou a expansão para 18 clubes. Isso faz o torneio seguir evoluindo em qualidade técnica e alcance global.
