Após a rodada desta quarta-feira (29) da Copa do Brasil Feminina, 13 equipes seguem para a próxima fase da competição nacional. Dois times conquistaram a classificação na última terça-feira (28). O último jogo da etapa inicial vai acontecer no dia 7 de maio. Ao todo, 66 equipes participam do torneio.
Leia também: “Melhor jogo desde que cheguei no Grêmio”, diz Jéssica de Lima
Resultados da primeira fase
No primeiro jogo, o Itabirito bateu o Realidade Jovem por 2 a 1 e garantiu a classificação. O Planalto também segue para segunda etapa da Copa do Brasil após a vitória por 4 a 2 contra o Tiradentes.
O Criciúma se classificou nos pênaltis, na disputa contra o R4, após empate de 0 a 0 no tempo regulamentar.
O São José venceu o Guarani de Paripueira por 4 a 3 e também está confirmado na segunda fase. O Coritiba ganhou a partida por 1 a 0 e garantiu a vaga contra o Mixto.
O Juventude (SE) é o outro time classificado após vencer a partida contra o Cresspom por 1 a 0. O Sampaio Correa também está com a vaga garantida, depois de marcar 2 a 1 diante do Várzea Grande.
Já o Heips superou o São Raimundo por 1 a 0 e segue na disputa, assim como o Mauaense, que venceu o Rolim de Moura, nos pênaltis, após o empate de 1 a 1.

O Ypiranga venceu o Paraíso na disputa de pênaltis e está classificado pra próxima fase da Copa do Brasil Feminina.
Também nos pênaltis, o Prosperidade passou pelo Brasil de Farroupilha depois do empate de 0 a 0 e segue em busca do título.
Jogo não realizado
O jogo entre Penarol Itacoatira e Alagoinhas não foi realizado devido à desistência do clube baiano. A vaga ficou com o Itacoatira. Porém, em nota, o Atlético de Alagoinhas contestou o resultado.
No comunicado, o clube alega que esteve presente no local da partida, devidamente preparado para entrar em campo, não havendo, em nenhum momento, abandono ou recusa em disputar o jogo.
A nota diz ainda que ocorreu um atraso pontual de aproximadamente dois minutos após o período de tolerância regulamentar. O Alagoinhas explicou que isso ocorreu em um contexto de manifestação legítima por melhores condições no Futebol Feminino, sem prejuízo à intenção inequívoca de realização da partida por parte das equipes envolvidas.
