A contagem regressiva para a a primeira Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul, começou neste domingo (25), em um evento promovido pela Fifa no Rio de Janeiro. Faltam 513 dias do início do torneio, que acontece entre 24 de junho e 25 de julho de 2027 no Brasil.
Desde 2025, o estádio Mineirão, em Belo Horizonte, foi confirmado como uma das sedes. Além da capital mineira, Brasília (Estádio Nacional), Fortaleza (Arena Castelão), Porto Alegre (Estádio Beira-Rio), Recife (Arena de Pernambuco), Rio de Janeiro (Estádio do Maracanã), Salvador (Arena Fonte Nova) e São Paulo (Arena Itaquera) também vão receber jogos da competição.
“O Mineirão, que já foi palco de grandes momentos do futebol mundial, tem agora a oportunidade de ampliar seu legado ao celebrar o protagonismo das mulheres no esporte. Para nós, é mais do que sediar jogos, é afirmar nosso compromisso com a equidade, com a valorização do Futebol Feminino e com o fortalecimento de referências que inspiram futuras gerações”, destacou a diretora do Mineirão, Jacqueline Alves.
Tragédia dos 7 a 1

Nos últimos anos, o Mineirão recebeu grandes eventos esportivos internacionais. Dentre eles, a Copa das Confederações de 2013, as Olimpíadas do Rio 2016, a Copa América de 2019, além de jogos de Eliminatórias. Mas, para muitos torcedores, o estádio ficou marcado pela semifinal da Copa do Mundo masculina, em 2014.
Mesmo jogando em casa, a Seleção Brasileira perdeu de goleada para a Alemanha por 7 a 1 no dia 8 de julho de 2014. Para muitos, é o maior fiasco esportivo do país.
Porém, apesar do massacre histórico, a Seleção Brasileira possui um retrospectivo positivo no “Gigante da Pampulha”, apelido do Mineirão. Em 27 jogos desde a inauguração do estádio, em 1965, foram 18 vitórias, cinco empates e apenas três derrotas.
A estatística contabiliza a classificação dramática da Seleção de Futebol Feminino do Brasil, nos pênaltis, sobre a Austrália. 52.660 torcedores viram Marta e companhia avançarem até a semifinal das Olímpiadas de 2016.
