O Palmeiras pode ser uma das equipes brasileiras com maior representatividade na Copa do Mundo Feminina de 2027. Com diversas atletas que defendem seleções como Brasil, Colômbia, Venezuela e Equador, a técnica da equipe alviverde, Rosana Augusto, destaca a responsabilidade e o impacto na preparação das jogadoras que podem representar seus países no Mundial do próximo ano.
Representatividade
Na última Data FIFA, o Palmeiras contou com oito jogadoras convocadas, entre elas as brasileiras Bia Zaneratto, Taina Maranhão, Fe Palermo e Raissa Bahia. Além das colombianas Kate Tapia, Ana Guzmán e Greicy Landazury e a venezuelana Melanie Chirinos. Com isso, a treinadora explica como a preparação dentro do clube impacta o desempenho da jogadora durante o período com a Seleção.
“O clube, na verdade, é quem vai estar a maior parte do tempo com as atletas. A seleção, eu sempre falo, que é uma consequência do trabalho que elas fazem no clube. Então, sim, eu acho que todos os treinadores, todas as comissões técnicas dos clubes, das jogadoras que são selecionáveis, têm uma parcela de contribuição, seja negativa, seja positiva”, destacou Rosana.

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Copa do Mundo 2027
O principal torneio do Futebol Feminino será realizado no Brasil em 2027. Com início programado para 24 de junho, a competição já conta com algumas seleções classificadas. Além do Brasil, que garantiu a participação imediata por ser o país-sede, a Colômbia também conquistou a vaga no Mundial após vencer a Liga das Nações. A lateral do Palmeiras Ana Guzmán, inclusive, marcou o gol de empate antes da virada colombiana sobre o Paraguai, que terminou em 4 a 3.

Já Venezuela e Equador, que também contam com Palestrinas em seus elencos, como Gellinot Reyes e Joselyn Espinales, garantiram vaga para a repescagem intercontinental. Assim, as seleções precisarão conquistar bons resultados para assegurar a participação na Copa do Mundo do próximo ano.
