Com grande trajetória e carreira lendária na categoria, com 31 anos, Ada Hegerberg tem a missão de liderar a Seleção Norueguesa Feminina e pode complicar a vida de qualquer time do Velho Continente e de qualquer Seleção na próxima edição da Copa do Mundo Feminina, disputada em 2027, em solo nacional.
Mesmo que com problemas na parte física, a artilheira norueguesa ainda inspira respeito e quer chegar ao Brasil como uma das maiores atacantes do Futebol Feminino nacional.
Carreira lendária de Ada Hegerberg
Natural de Sunndalsora, a atacante norueguesa iniciou a sua trajetória em 2010, onde atuou pelo Kolbotn IL até 2011, mas logo migrou Stabaek, também do Futebol Feminino da Noruega.
Depois de apenas dois anos jogando no cenário nacional, Ada Hegerberg aceitou o desafio de trocar de país e jogar na Alemanha. Por lá, atuou pelo Turbine Potsdam, onde marcou 13 gols em 30 jogos e ficou por duas temporadas.
No movimento mais certo da carreira, Ada Hegerberg se transferiu ao Lyonnes em 2014. Lenda do clube francês, a norueguesa permanece por lá até hoje e construiu um caminho épico na categoria.

Reprodução/Instagram @ahegerberg
Ao todo, além de 254 jogos pelo clube francês, a artilheira marcou incríveis 234 gols e distribuiu 19 assistências. Mesmo com grandes estatísticas, as duas últimas temporadas deixaram a desejar.
Enquanto marcou apenas sete gols e distribuiu duas assistências na temporada 2024/2025, Ada Hegerberg terminou a última temporada com 12 gols e quatro assistências, em 32 jogos.
Embora tenha marcado muitos gols pelos clubes, Ada Hegerberg não manteve a média na carreira pela Seleção Norueguesa Feminina. Por lá, a artilheira somou 33 gols em 68 partidas.
Norueguesa com gosto por títulos
Multicampeã, Hegerberg traz consigo 20 taças conquistadas na carreira, todas levantadas com a camisa do Lyonnes. Além de 11 títulos da Liga Francesa Feminina, a norueguesa também celebrou dois títulos da Taça da França Feminina e uma Supertaça Francesa Feminina.

Reprodução/Instagram @ahegerberg
De olho no cenário continental, de forma supremacista, a norueguesa levantou seis troféus da Champions Feminina. Se juntando com as taças por clubes, a norueguesa ganhou a Bola de Ouro em 2018.
