O sucesso de um ataque eficiente depende diretamente da qualidade do último passe. No São Paulo Feminino, a temporada de 2025 consagrou Duda Serrana como a grande arquiteta das jogadas ofensivas. Atualmente, a jogadora exerce um papel vital na conexão entre o meio-campo e o ataque. Com uma visão de jogo privilegiada, Duda superou suas marcas pessoais e liderou o ranking de assistências do elenco tricolor.
A temporada do “passe açucarado”
Ao longo do ano, Duda Serrana distribuiu 6 assistências em competições oficiais. Além de servir suas companheiras, a atleta demonstrou uma capacidade rara de ler as defesas adversárias. Consequentemente, ela se tornou a principal parceira da artilheira Crivelari, formando uma dupla que deu muito trabalho aos rivais. Portanto, sua renovação física e técnica foi um dos pontos altos do esquema tático de Thiago Viana.
O histórico das “garçonetes” tricolores
A liderança de Duda Serrana a coloca em uma galeria seleta de craques que já passaram pelo Tricolor Paulista. Desde 2019, o São Paulo sempre contou com jogadoras de alta capacidade técnica para servir o ataque. O recorde de assistências em uma única temporada, no entanto, ainda pertence a Gláucia, com impressionantes 14 passes em 2020.

Confira as líderes de assistências do São Paulo nos últimos anos:
- 2025: Duda Serrana — 6 assistências
- 2024: Aline Milene — 10 assistências
- 2023: Naná — 8 assistências (Micaelly também teve destaque antes de sair)
- 2022: Micaelly — 9 assistências
- 2021: Naná — 7 assistências
- 2020: Gláucia — 14 assistências
- 2019: Ary Borges — 10 assistências
A importância da continuidade
Anteriormente, o clube sofria com a rotatividade de suas principais criadoras. No entanto, a manutenção de atletas como Duda Serrana e Aline Milene mostra que o São Paulo aprendeu a preservar seu “núcleo de inteligência”. Manter jogadoras que conhecem o tempo de movimentação das atacantes é fundamental para a conquista de títulos. Por exemplo, a sintonia fina observada em 2025 resultou em vitórias magras, mas fundamentais, onde um único passe decidiu o confronto.
Observações sobre os dados históricos:
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Gláucia (2020): Ela foi um fenômeno naquele ano, liderando gols e assistências simultaneamente.
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Ary Borges (2019): Foi a grande condutora no ano do acesso e do título da Série A2.

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Naná: É a única jogadora que aparece duas vezes no topo da lista (2021 e 2023), mostrando sua regularidade como peça de suporte.

