O anúncio da Fatal Fans como nova patrocinadora do Corinthians movimentou as redes sociais no último final de semana e provocou uma onda de críticas entre torcedores. A plataforma de conteúdo adulto da Fatal Model fechou um acordo considerado pelo clube como o maior patrocínio da história das modalidades poliesportivas alvinegras, incluindo o Futebol Feminino.
Apesar da participação das Brabas no contrato, a equipe informou que o feminino não estampará a marca da empresa na camisa. Em vez disso, o uniforme seguirá com destaque para a campanha “Respeita as Mina”, iniciativa criada pelo clube para combater a violência contra a mulher.
Segundo o Corinthians, o acordo também prevê ações de conscientização e mobilização social voltadas ao enfrentamento da violência física e da violência digital de gênero.
Torcida reage ao novo patrocínio do Corinthians
Poucas horas após o anúncio oficial, as publicações do Corinthians nas redes sociais foram tomadas por comentários de torcedores contra à parceria. A principal crítica foi a relação entre uma plataforma de conteúdo adulto “manchar a modalidade”.
Entre as mensagens publicadas pelos torcedores, frases como “Coragem usar o Respeita as Mina nisso”, “Vergonha”, “Pior notícia”, e “Virou bagunça” apareceram entre as mais curtidas.
Outros comentários também demonstraram insatisfação com a decisão da diretoria. “Vergonhoso como vocês tratam a imagem do Corinthians”, escreveu um torcedor. “Mais um capítulo inacreditável na história do meu time do coração. Qual vai ser a próxima que essa diretoria vai aprontar?”, acrescentou outro perfil.
Leia também: Após eliminação, brasileiras defendem Neymar e norueguesas exaltam Haaland
Feminino não terá a exposição da marca
Em comunicado oficial, o Corinthians reforçou que o futebol feminino integra o contrato de patrocínio apenas por meio da campanha “Respeita as Mina”. Dessa forma, as jogadoras não utilizarão a marca da Fatal Fans em seus uniformes de jogo.
O objetivo do clube é fortalecer iniciativas de conscientização sobre violência de gênero e ampliar o alcance de ações sociais desenvolvidas pelo departamento feminino.

