Treino da Seleção Brasileira Feminina em Itu, SP. (Foto: Mauro Horita)
Com a Copa do Mundo cada vez mais próxima, o técnico Arthur Elias já começa a selecionar as jogadoras que representarão o Brasil no Mundial.
Ainda em fase final de testes, o treinador aproveitou a pausa para a Copa do Mundo masculina para realizar um período de treinamentoscom a Seleção Brasileira, possibilitando a avaliação de mais atletas. Assim, a zagueira Kathellen voltou às convocações da equipe após dois anos e meio longe da Amarelinha.
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Experiência
Atualmente, a zagueira atua no Al-Nassr, da Arábia Saudita, e já representou equipes como Inter de Milão e Real Madrid. Kathellen também tem experiência na Seleção Brasileira. A atleta já disputou duas Copas do Mundo e pode integrar a lista final para a Copa do Mundo de 2027, que o Brasil sediará.
“É uma honra, um pouco inesperado, mas sempre falei que quem está aqui tem que estar por completo e tem o mérito. Então não tiro o mérito de ter feito uma ótima temporada. Seguimos o mesmo trabalho, tentando representar o Brasil lá fora”, disse Kathellen.
A primeira Copa do Mundo de Kathellen foi em 2019, na França. A zagueira conquistou a vaga após a lesão de uma das jogadoras do elenco inicial. Ainda em início de trajetória na Seleção Brasileira, a defensora tinha apenas um ano com a Amarelinha.
“Participei de duas Copas e é uma loucura. É uma atmosfera diferente, viver cada segundo em prol do futebol. É um período curto em que você tem que dar tudo de si”, completou a jogadora.
Após dois anos e meio zagueira retorna à Seleção Brasileira. (Foto: Luciana Vermell/CBF)
A última convocação da zagueira foi em dezembro de 2023 para os amistososcontra Japão e Nicarágua. Na era Arthur Elias, da Seleção Brasileira, Kathellen foi convocada três vezes. Agora, após o período de treinamentos, a jogadora comentou sobre o reencontro com as companheiras e as expectativas para o Mundial.
“É importante acreditar que o trabalho que está na mesa vai funcionar e dar a cara a bater. Tem uma união diferente em campo, uma briga pela outra, se não estiver com a Amarelinha, não passa. Dá para ver que estamos mais agressivas e fisicamente melhor”, destacou a atleta.
Período de treinos com a Seleção Brasileira em Itu (SP). (Foto: divulgação/CBF Media Center)
Jornalista em formação pela PUC-Campinas, movida pela paixão pelo esporte feminino e pela música. Atua como setorista do Palmeiras Feminino no Campo Delas, do iG, destacando histórias e os bastidores do futebol feminino.