A meio-campo da Seleção Brasileira Dudinha, que é um dos atuais destaques do San Diego Wave (EUA), analisou a mistura das jovens atletas com a as veteranas pela Amarelinha. A boa fase na equipe que disputa o National Women’s Soccer League (NWSL), liga norte-americana de Futebol Feminino, também foi detalhado pela jogadora brasileira.
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A convocação do técnico Arthur Elias para a disputa do FIFA Series foi apontado como uma estratégia boa para a equipe. A união de atletas de diversas idades é um fator positivo na opinião da atleta, que ainda reflete sobre ser uma das convocadas.
“O apoio e a confiança das meninas do grupo, das mais velhas para as mais novas, dão um impacto muito grande para a gente. Acho importante também a confiança que ele (Arthur Elias) dá para todas as atletas que ele convoca, isso deixa o grupo muito à vontade”, disse a jogadora durante entrevista coletiva em Cuiabá.
“Mas ainda não dá para ter noção, porque estar aqui sempre foi um sonho. Na Copa América eu estar li, jogando ao lado da Marta, nem dava para acreditar. É muito legal a gente ter esse impacto de ser uma das atletas mais novas e ter um grupo que facilitam bastante para deixar a gente bem confortável para fazer os jogos”, completou a atleta que tem 20 anos.
FIFA Series no Brasil
Para os jogos do FIFA Series, contra a Coreia do Sul, Zâmbia e Canadá, Dudinha afirma que o pensamento da equipe é vencer todas as partidas e comparou com a Copa do Mundo. As disputas acontecem na Arena Pantanal, em Cuiabá.
“A expectativa é ganhar! A gente quer sempre ganhar, de qualquer Seleção, e jogar bem. Acho que vai ser mais ou menos como uma fase de grupos da Copa. A gente está no nosso país, a gente vai ter a nossa torcida, então acho que vamos fazer grandes jogos”, finalizou.

Dudinha no San Diego, da NWSL
Dudinha chegou ao San Diego no meio da temporada de 2025. A jogadora acredita que a contratação veio depois da participação da jovem, pela Seleção Brasileira, contra o Japão.
“A proposta veio depois daquele jogo contra o Japão. Eu acho que, de fato, mudou a minha vida. A minha adaptação no início foi um pouco difícil, por ser em outro paós, sem saber falar o idioma. Quando aceitei a proposta no meio do ano, a expectativa era de ter um tempo de adaptação e começar esse ano bem. Eu consegui me encaixar no time e, este ano, estou muito mais conforável e fazendo bons jogos”, conta a brasileira.
A jogadora é um dos destaques do time norte-americano, com gols e assistências que deram ao clube a liderança na competição. Mas, além de Dudinha, outras brasileiras chegaram à equipe em 2026 e deixaram a jogadora ainda mais confortável.
“A chegada da Ludmila e da Portilho também ajudou bastante, até para se enturmar, conseguir falar um pouco do nosso idioma no dia a dia, conseguir brincar. Isso é um ambiente muito leve, eu gosto bastante e facilita muito. Eu estou conseguindo a ajudar meu time com assistêmcias e gols”, explica a jovem que está em sua primeira experiência internacional.
A meia se formou nas categorias de base do São Paulo, atuou na equipe principal, e seguiu para o San Diego. Mesmo em momentos de desafios, a jovem acredita que a fé a mentalização ajudam nas horas decisivas.
“São desss jogos (com pressão) que a gente tem que gostar, dos jogos difícies, que trazem muitos desafios. Eu não faço muio trabalho psicológico, eu tenho muita fé em Deus, eu oro bastante. Acho que é o que mais faço na minha vida, orar antes do jogo e mentalizar também que eu vou fazer gol, mentalizar uma jogada. Isso me ajuda na hora da partida”, aponta Dudinha.


