O Bahia venceu o América Mineiro por 3 a 1, na quarta-feira (1°), e, além de se consolidar no G-4 do Brasileirão Feminino, acabou beneficiando o rival Vitória na tabela. Com esse resultado, as Mulheres de Aço se garantiram no G-4 do Brasileirão e ajudaram o Vitória a não descer na tabela.
Vitória e América Mineiro são as únicas equipes que ainda não venceram no Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. Por isso, a partida contra o Bahia era importante para as Leoas. A equipe rubro-negra está na 17ª posição na tabela da competição. Já as Spartanas ocupam a 18° colocação. Com o triunfo do Bahia, as duas equipes se mantiveram nas mesmas posições.

Vitória busca recuperação
O Vitória tem um desafio nesta sexta-feira (03), pela sexta rodada do Brasileirão Feminino. A equipe enfrentará o Grêmio no Rio Grande do Sul às 16h.
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As Leoas marcaram quatro gols e sofreram 15, com a defesa mais vazada da competição. A equipe possui -15 de saldo de gols. Por isso, mesmo que o Vitória vença, não conseguirá sair da zona de rebaixamento do Brasileirão Feminino. Entretanto, pontuar na 6° rodada é fundamental para a recuperação das Leoas da Barra na competição.

Bahia engata sequência positiva
O Bahia saiu à frente no placar e sofreu o empate no primeiro tempo. Na segunda etapa da partida, a equipe ampliou o placar e conquistou o triunfo. O técnico do Bahia, Felipe Freitas, descreveu a proposta da equipe para a partida.
“A gente chega com uma ideia muito clara de uma imposição ofensiva, a gente consegue isso, um gol de cara, infelizmente a gente nivela um pouco para baixo após o gol. A gente sofre um gol de um revés, ainda mais um erro bobo, algumas ações de desconcentração que a gente tem tentado trabalhar. No segundo tempo, a gente fortalece aquilo que a gente tinha feito”, disse o técnico.
O técnico do Bahia ainda falou sobre as dificuldades que as Mulheres de Aço encontraram na partida. E quais estratégias estratégia foram usadas para corrigir e conquistar o triunfo.
“Ah, a proposta do América foi muito clara, era tentar não tomar gol, explorar as ações de contra-ataque e algumas ações de bolas paradas. Eh, se fecharam bastante lá, então, na hora de cinco que por muitas vezes baixavam, ficavam sete. É muito difícil furar a defesa dessa maneira. A gente vai pro segundo, pro segundo tempo tentando ajustar parte comportamental de agressividade das atletas no espaço entre as linhas”, concluiu.
