O empate entre Bahia e Corinthians, por 1 a 1, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, manteve a invencibilidade das Mulheres de Aço na Arena Fonte Nova.
As Brabas do Timão saíram na frente no placar, mas as Mulheres de Aço buscaram o empate. O técnico Felipe Freitas analisou a partida, destacou a força do Corinthians e elogiou a resiliência do Bahia para igualar o marcador. Este foi o primeiro empate entre as equipes.
“Nós tivemos um bom controle de jogo, mas, novamente, o Corinthians é um time muito bom. É um time que, se vacilar, elas fazem, e fizeram. Mas a resiliência do Bahia foi essa: tomamos um gol e vamos jogar bola. A gente estava pronto para isso, para tomar um gol e continuar jogando. Infelizmente, algumas pequenas coisas atrapalham.”
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O Bahia já garantiu matematicamente uma vaga nas quartas de final do Brasileirão Feminino. Felipe Freitas declarou orgulho pelas conquistas alcançadas pela equipe e projetou a preparação para a última partida da fase de pontos corridos da competição.
“O Bahia tem coisas muito grandes e o planejamento do Grupo City, o planejamento do Bahia é muito sólido. É muito claro: é jogar um futebol vistoso, que represente essa torcida que vibra muito e que ela se sinta representada dentro de campo. Então, eu fico muito orgulhoso dessa equipe e dessas meninas. Agora é a gente descansar e tentar trabalhar forte para ir para esse jogo do Juventude e conquistar mais pontos.”
O técnico analisou a Expulsão e arbitragem
O técnico do Bahia recebeu cartão vermelho nos acréscimos do segundo tempo. Durante a entrevista coletiva, Felipe Freitas criticou a arbitragem e classificou algumas das ações como xenófobas.
“Fiquei muito chateado naquele momento, porque o cartão da Oliveira foi um cartão que tira ela do próximo jogo. E aí o que ela dá a entender é que foi um antijogo. Nesse mesmo jogo de hoje, logo no primeiro tempo, eu não lembro o momento, a Johnson pega a bola, fica com a bola na mão, era uma falta nossa e, quando vai nossa atleta, ela joga a bola longe. E não teve, não teve o cartão. É sempre isso, é sempre com Bahia. Aí, quando eu falo de xenofobia estrutural, que eu falei lá atrás, ela existe. E isso me chateia, mas, novamente, assim, são vários jogos. Há um despotismo da arbitragem que é sobremaneira, de ameaças, de coisas que vocês talvez não conseguem captar por conta de ausência de som, mas sempre existe isso.”
