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Home » Últimas notícias » Dia da Consciência Negra: racismo ainda atinge Futebol Feminino
Futebol

Dia da Consciência Negra: racismo ainda atinge Futebol Feminino

Mônica Basile
11 meses atrás
3 Min de Leitura
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O racismo no futebol ainda existe. No Futebol Feminino os insultos racistas, que são crime no código penal brasileiro, também ainda atingem jogadoras. A Fifa criou um painel com 16 membros, entre homens e mulheres, para combater a discriminação. 

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Leia também: Artilheira da Copa do Brasil? Marta segue como maior goleadora

O racismo é crime imprescritível e inafiançável. Em 2023, a lei que equipara injúria racial ao crime de racismo foi sancionada, aumentando a pena para dois a cinco anos de prisão. Mas, mesmo assim, os casos seguem acontecendo pelo país.

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No dia em que celebramos a Consciência Negra, 20 de novembro, o Campo Delas, do Portal iG, relembra casos e mostra qual brasileira é embaixadora da Fifa contra o racismo.

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Em março de 2025 no jogo entre Internacional e Sport, em Porto Alegre (RS), um episódio de racismo foi registrado. Durante a partida, válida pela terceira rodada do Brasileirão Feminino, nos acréscimos do segundo tempo, uma banana foi arremessada em direção ao banco de reservas do time visitante.

No dia 30 de junho de 2024, o episódio de injúria racial aconteceu contra a atleta Suelen Santos, zagueira do time de futebol do Bahia, após a partida realizada no estádio de Pituaçu, em Salvador, contra o JC Futebol Clube. O jogo, da série A2 do Brasileirão, valia vaga na semifinal.

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Também em 2024, mas no mês de novembro, a meio-campo Ary Borges foi vítima dos insultos racistas nas redes sociais. Após postar uma foto no Instagram, a atleta foi chamada de macaca e porca.

Formiga é embaixadora da Fifa contra o Racismo

A ex-jogadora Formiga, que fez história no Futebol Feminino, é a única brasileira entre as personalidades que são embaixadoras da FIFA contra a o racismo. 

Formiga faz parte do “Players’ Voice”, a Voz dos Jogadores, que faz parte da estratégia da entidade máxima do futebol mundial para combate o racismo. 

Entre outra medidas, a FIFA aumentou a multa para cerca de R$ 33 milhões de reais ( U$$ 6,27 milhões de dólares), estabeleceu o “gesto antirracismo” (braços em formato de ‘X’) para sinalizar um incidente durante uma partida, e também o serviço de moderação nas redes sociais com mais de 30 milhões de comentários.

TAGGED:futebol femininoRacismo
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Mônica Basile
PorMônica Basile
Jornalista pós-graduada em Comunicação Integrada e Marketing, atua no digital há mais de 18 anos como repórter e editora. No iG há seis anos, está desbravando o mundo do Futebol Feminino. Mãe de primeira viagem do pequeno Otto, assim como as Sereias da Vila, o escritório é na praia!
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