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Home » Últimas notícias » Árbitras brasileiras: conquistas e desafios no Dia do Árbitro Esportivo
Direto ao Ponto

Árbitras brasileiras: conquistas e desafios no Dia do Árbitro Esportivo

Atualizado em: 11/09/2025 19:24
Íris Araújo
3 Min de Leitura
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Copa do Mundo 2022 teve arbitragem feminina pela primeira vez em Copas do Mundo. Foto: Divulgação FIFA

O Dia do Árbitro Esportivo, celebrado em 11 de setembro, é também uma oportunidade para refletir sobre o papel das árbitras mulheres no futebol. Ao longo dos anos, essas profissionais têm conquistado espaço, mas ainda enfrentam barreiras significativas dentro e fora de campo.

Árbitras em destaque

Entre os principais nomes está Edina Alves, que se tornou a primeira brasileira a apitar em Copas do Mundo masculinas e faz parte do quadro da CBF desde 2007. Mesmo com essa presença em jogos de alto nível, os desafios permanecem.

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Outro grande nome é Daiane Muniz, que em 2025 foi a única árbitra principal brasileira escalada para a Copa América Feminina. Essa oportunidade internacional reforça o espaço das mulheres em torneios de elite.

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Além delas, é essencial lembrar Sílvia Regina de Oliveira, pioneira que marcou a história ao ser a primeira mulher a apitar jogos da Série A do Campeonato Brasileiro. Hoje, ela contribui na formação de novas árbitras.

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Entre as vozes em ascensão, estão Andreza Helena Siqueira, que já comandou finais masculinas em Minas Gerais e integra o quadro da FIFA, e Ana Karina Marques Valentim Alves, árbitra desde 2014 que concilia a carreira esportiva com a vida acadêmica.

Desafios enfrentados por árbitras mulheres no futebol

Preconceito e visibilidade – Árbitras ainda lidam com desconfiança e insultos de torcedores, jogadores e dirigentes. Esse cenário, no entanto, não impede que sigam em frente e lutem por respeito.

Critérios físicos – Desde 2007, a CBF exige que as árbitras que atuam na Série A atinjam os mesmos índices dos homens. Elas precisam cumprir tiros de velocidade e provas de resistência em alto nível, o que gera críticas por falta de igualdade estrutural na preparação.

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Oportunidades de elite – Apesar de avanços, ainda são poucas as mulheres escaladas para finais de grandes torneios masculinos. Esse fator revela que a representatividade ainda precisa crescer.

Dupla jornada – Como a arbitragem não garante estabilidade financeira, muitas árbitras acumulam outras profissões para manter a carreira esportiva. Dessa forma, a dedicação é ainda maior.

Reconhecimento e futuro da arbitragem feminina

As árbitras mulheres no futebol seguem fazendo história, mesmo diante de obstáculos estruturais e culturais. Nomes como Edna Alves, Daiane Muniz e Sílvia Regina mostram que o apito não tem gênero.

Portanto, neste Dia do Árbitro Esportivo, o reconhecimento a essas mulheres é mais do que justo. É também um passo essencial para que a arbitragem no futebol brasileiro seja, de fato, igualitária.

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Íris Araújo
PorÍris Araújo
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Íris Araújo cursa jornalismo na Faculdade São Francisco de Assis. No Campo Delas, escreve sobre o dia a dia do São Paulo Futebol Clube. Além disso, participa de projetos que falam sobre futebol no geral. Sua grande paixão além do esporte, é contar histórias que tragam a paixão pelo que faz.
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